janeiro 21, 2005

Será que nos entendemos?

David Justino, ex-Ministro de Educação e principal responsável pelo atraso do início do ano escolar e também principal responsável pela colocação de professores, que deu origem ao descalabro que a Comunicação Social tanto tem dado relevo. Vi nos ecrãs das TVs que o ex-Ministro da Educação fez a apresentação do seu livro “No Silêncio Somos Todos Iguais” em que ele demonstra que não são as turmas mais reduzidas as que têm melhores resultados. Uma das afirmações que consta no seu livro é que entre “1995 e 2004, aumentou o número de professores por aluno, sem que se tenham realizado progressos notáveis ao nível do ensino”, só que o Sr. Ex-ministro que está a fazer o levantamento com certa ligeireza e até está de uma certa forma a culpabilizar os professores, ao dizer que mais professores e menos alunos por turma nada tem a ver com melhor sucesso e melhores aprendizagens. O que o Sr. Ex-Ministro não se lembra ou não quer recordar é que, o aumento de professores e a diminuição de alunos por turma (em alguns casos) não foi por opção pedagógica do Ministério da Educação, mas pela integração nas turmas de alunos com deficiências graves, o que leva a um aumento de professores especializados e a um ratio mais favorável como se compreende. Não podemos considerar que houve um aumento de professores por aluno, mas sim houve um aumento significativo de professores e outros (professores, psicólogos, auxiliares) para ter em conta estes casos. O trabalho de um professor por ter menos alunos por turma não diminuiu, porque a sua missão de ensinar, modificou-se e passou a contar com uma heterogeneidade de alunos como passou a ter em conta estes alunos que são diferentes e também têm que ter uma atenção redobrada. Quando o Sr. ex-Ministro diz que menos alunos por turma não é significativo de melhores aprendizagens está a desvirtuar esse estudo, porque não está a levar em linha de conta este aumento de alunos com necessidades educativas especiais.
Fiquei um pouco surpreendido por estas conclusões do ex-Ministro da Educação quando todos os estudos indicam o contrário, mas por outro lado, até acho normal numa pessoa que fez as asneiras que fez na colocação de professores, que ainda não foi responsabilizado e também que ainda não pediu desculpa aos milhares de professores que prejudicou, que venha com uma teoria destas que mais parece só para publicitar o seu livro.
Ag

45 comentários:

O Micróbio disse...

Nem vais acreditar, Agostinho... mas dou-te toda a razão no que escreveste! :-)) De qualquer forma há qualquer coisa que me ultrapassa... como é que os cursos universitários com saídas profissionais ligadas ao ensino continuam a "abarrotar" e atirar cá para fora todos os anos milhares de recém-licenciados que estão única e exclusivamente preparados para darem aulas? Chego a pensar que deve ser por puro masoquismo... isto para não falar no envelhecimento da população e na consequente redução de alunos em idade escolar, como se tem vindo a reparar ano após ano.

Montellano disse...

Ag,
Também concordo consigo. A qualidade não depende única e exclusivamente da quantidade. Essa conclusão não deve ter em conta a heterogeneidade das turmas. E chegar a conclusões baseando-se apenas no nº de alunos não adianta nada...

O que disse o Micróbio Carlos também é verdade. Todos os anos acabam licenciaturas jovens adultos que ficam desempregados durante muito tempo. Parece-me que seria boa ideia começar a orientar os adolescentes logo no 9º ano para as áreas com maior saída profissional. Porque isto de andar a formar desempregados não tem lógica!!

Mas para isso era preciso que existissem psicólogos nas escolas. E para que existam psicólogos nas escolas era preciso que o Ministério da Educação abri-se concursos. Coisa que não acontece, salvo erro, há cerca de 10 anos!!

Anónimo disse...

Agostinho, a situação em si - o episódio narrado - é triste. Mas nomeia um responsável pela educação competente nos últimos trinta anos... um só!

DP disse...

Compreendo-te Carlos, mas isso é um problema de gestão das nossas universidades que continuam a ter cursos para o ensino e que sabem muito bem que estão a atirar esses jovens para o desemprego. Eu diria também que é um problema que toda a sociedade deve reflectir e ter uma palavra na abertura desses cursos que estão a enganar os jovens. A questão que eu pus no post foi uma passagem do livro do Ex- Ministro da Educação em que é demonstrado “que menos alunos por turma não significam melhores aprendizagens e melhores resultados”o que contraria até agora todas as opiniões.
Ag

DP disse...

Montellano, cito suas palavras “Parece-me que seria boa ideia começar a orientar os adolescentes logo no 9º ano para as áreas com maior saída profissional”. Embora se faça, esse é um dos problemas principais que poucos alunos aceitam, porque querem é tirarem um curso superior, ou antes querem ser “Doutores” e nada mais se pode fazer. O que se devia acontecer era que a sociedade civil devia ter uma palavra a dizer na abertura destes e tantos outros cursos, que como se sabe só irão atirar os jovens para o desemprego. Quanto a Psicólogos nas escolas, não sei se é por concurso ou por outra forma, só sei dizer que onde estou também estão 2 Psicólogos. Ag

DP disse...

Zé, também estou de acordo contigo e embora alguns melhores que outros é dificil de encontrar um que tenha agradado a todos e que tenha feito realmente melhoras pela educação.A questão é "que menos alunos por turma não significam melhores aprendizagens e melhores resultados”.Já pensaste em ter uma turma de 10 a outra de 50 e verificar quem tinha melhores resultados.Turmas heterogéneas.Ag

Anónimo disse...

Já dou aulas há uns bons anos e sei bem que "menos alunos por turma não significam" necessariamente" melhores aprendizagens e melhores resultados”. É preciso pensar no tipo de aluno que se quer formar e na potencialidade do professor para o formar. Mas isto dava pano para mangas. Neste momento por estas bandas damo-nos conta disso mesmo. Continuando. Sabes, Agostinho, quando a maior parte dos professores fala em reduzir o número de alunos não está a pensar em outras aprendizagens para conseguir melhores proveitos mas em conseguir emprego. O problema da educação vai realmente perpetuar-se porque não se pensa realmente naquilo que é importante.

DP disse...

Zé, esse é um problema da sociedade em geral o querer trabalho ao qual tu dizes “emprego”. Os professores também têm a sua vida própria, as suas famílias e é justo que aspirem a um trabalho estável. Não acredito que o problema se ponha dessa forma ao dizeres que menos alunos por turma não significam melhores aprendizagens. Zé, como exemplo, imagina tu, que és professor há uns anos, que tens os mesmos métodos e as mesmas estratégias de ensino e que tens duas turmas, uma de 10 e outra de 50 e ambas com alunos que precisam de apoios. A conclusão é fácil de tirar! Agora temos de generalizar a todo o sistema de ensino e podemos chegar à conclusão “que menos alunos por turma melhores aprendizagens e melhores resultados. Ag

Anónimo disse...

"Neste momento por estas bandas damo-nos conta disso mesmo." Tradução: na escola onde dou aulas - estabelecimento de ensino profissional, o tal que se o PS for governo deixa provavelmente de existir graças ao forte "lobbie" liderado pela ex-Secretária de Estado do Ensino Secundário, o que prova exactamente aquilo que disse na mensagem anterior, i.e., um ensino que é feito não para o aluno e em prol de uma sociedade com um adjectivo tão ao jeito do PS, de "progresso", mas para resolver os problemas do professor - isso está a acontecer, turmas pequenas não são sinónimo de mais qualidade e da oportunidade de usar estratégias diversificadas ou mesmo de um método que privilegie o ensino diferenciado. Mais, há outros problemas que se prendem tão simplesmente com a qualidade real dos professores, com a sua aptidão científica e com a sua real preparação e vocação para dar aulas. Alguns professores dizem à boca cheia que querem dar aulas mas que o Estado não lhes dá esse direito. Muitos há entre esses que o dar aulas é a única porta que têm para a aplicação do seu curso. Era mais importante canalizar essas energias para questionar o Estado sobre outras portas que ele não quer abrir para aplicarmos as nossas habilitações: por exemplo, o curso de História só dará para dar aulas?

DP disse...

Zé, sempre julguei que o Ensino Profissional fosse aposta de qualquer governo e seja de que partido for a sua composição. Não sei ao que te referes, mas posso informar-me sobre o que tu dizes e quais as razões para quererem acabar com o Ensino Profissional. Mas também te tenho a dizer que o ensino profissional não pode estar só ao serviço das autarquias, e quando a autarquia muda de cor mudam também os professores e até a forma de ensino, porque deves saber que a colocação é feita segundo critérios estabelecidos pelas autarquias, o que acho na minha opinião completamente errado. Não vamos pôr a questão que são escolhidos os melhores, longe disso!..Seria uma discussão que também dava pano para mangas. Quanto a questões de não haver “melhoria no ensino” por causa das vocações e falta de aptidão de alguns dos seus actores, esse é um problema que a sociedade sempre terá, porque os párias existem em qualquer profissão, têm é que ser denunciados. O Curso de História só para dar aulas, acho que não! Tem é que haver uma reflexão séria sobre o assunto.
Ag

Anónimo disse...

"... ensino profissional não pode estar só ao serviço das autarquias..." Bem, Agostinho, vou esperar que te informes sobre o que é que eles pensam do ensino profissional e, sobretudo, que te informes sobre o que é o ensino profissional. Uma coisa posso adiantar, o ensino profissional não está ao serviço das autarquias mas das populações e a maioria dele não tem um tostão da autarquia, nem se espera que venha a ter no futuro.

Anónimo disse...

Pois Zé, não vou entrar em polémicas sobre o Ensino Profissional, porque sou da opinião que é de uma utilidade extrema. Agora não me venhas dizer que os critérios de selecção do pessoal não é da responsabilidade das autarquias.O que deixa muitas dúvidas aos potenciais concorrentes.Quanto à tua afirmação, já me informei, e o que dizes segundo me disseram não tem cabimento.Na altura dos governos PS, foi quando houve um grande incremento no Ensino Profissional e segundo me dizem assim vai continuar a ser.Ag

Anónimo disse...

"Agora não me venhas dizer que os critérios de selecção do pessoal não é da responsabilidade das autarquias." Não. Continuo à espera que te informes sobre o ensino profissional. Mas posso adiantar que os critérios de selecção e a seriação é feita neste momento pelo Ministério de Educação para as escolas da região de Lisboa e Vale do Tejo. Os critérios e a selecção dos professores é feita pela escola a partir do registo biográfico do professor, leia-se, habilitação própria ou suficiente entregue no Ministério. Centralização pura, ao jeito do nosso Estado Centralizador e Burocrático. Quanto ao papel do PS, fica bem dizer que são a favor do Ensino Profissional, aliás para qualquer força política. O importante é agirem, e isso não foi feito pelo PS. A preocupação deles foi dar as turmas que as escolas queriam sem a preocupação de encontrarem uma solução para manterem esse ensino no futuro, depois dos fins dos fundos comunitários. Adiaram o problema e agora a situação do ensino alternativo é complicada. Vamos esperar pelo debate sobre educação de hoje à noite. Pode ser que nos digam alguma coisa.

Anónimo disse...

Zé, estás a tentar dar a volta ao texto. Os critérios de selecção dos professores para o E.P.são feitos pelas autarquias ou outras entidades que a estejam a gerir, que nada têm a ver com o Ministério da Educação como devia ser.Quanto ao que é o Ensino Profissional, vais ao Google (internet)e escreves Ensino profissional e tens dezenas de respostas à tua pergunta.Sobre o que te disse do PS é o que na realidade vai ser e não o que tu entendes por isso.Ag

Anónimo disse...

Primeiro diz: "... deves saber que a colocação é feita segundo critérios estabelecidos pelas autarquias" Agora diz: "Os critérios de selecção dos professores para o E.P. são feitos pelas autarquias ou outras entidades que a estejam a gerir." Sim senhor (esta segunda parte é importante, é que eu não me lembro de ter sido convidado por um autarca e já mudaram governos e eu por cá fiquei). Diz também: "nada têm a ver com o Ministério da Educação". A selecção de professores, repito, é feita pela escola, e os critérios definidos pelo Ministério. Aliás, tenho aqui meu lado uma folha a exigir os currículos dos professores, como sucede todos os anos.
E já agora aproveito para dizer que o Estado em 1989 não quis assumir o ensino profissional e desafiou a sociedade civil. Os projectos apareceram e foram financiados pelo Fundo Social Europeu.
Temos professores de áreas muito diferentes e currículos claramente alternativos.

Anónimo disse...

Cito, {Primeiro diz: "... deves saber que a colocação é feita segundo critérios estabelecidos pelas autarquias" Agora diz: "Os critérios de selecção dos professores para o E.P. são feitos pelas autarquias ou outras entidades que a estejam a gerir."}. Gostava de saber onde está a grande contradição que tanto estás a arvorar. Parece-me e segundo entendo, quer dizer exactamente o que tu disseste e vou-te citar mais uma vez “ A selecção de professores, repito, é feita pela escola, e os critérios definidos pelo Ministério”. A selecção de professores “é feita pela escola” e talvez por ter os olhos mais bonitos, será isso que queres dizer? Se as câmaras já mudaram de cor e até os próprios gestores da escola já mudaram, e tu ainda continuas, só há duas hipóteses ou és muito bom professor ou sabes mexer-te muito bem. Gostava de saber qual a autarquia dessa escola para poder confirmar.
Ag

Anónimo disse...

Já errei em textos que redigi num ou noutro blogue e admiti o erro ou calei-me, reconhecendo com o silêncio que o outro tinha razão.
Já o escrevi, mas repito, a escola profissional onde lecciono e a maioria das que se encontram na região de Lisboa e Vale do Tejo não foram iniciativas de autarquias (entenda-se Câmaras Municipais), nem são financiadas por elas. Ainda não percebo onde é que tu foste buscar a ideia e não percebo, depois dos esclarecimentos, porque razão teimas na mesma.O tempo o dirá. Mais, não têm absolutamente nada a ver com as escolas profissionais. Estas foram iniciativa da "sociedade civil", conjuntos dispersos de pessoas que, ao abrigo da lei, constituiram associações para promover essas escolas e foram mais tarde obrigados a criarem organismos responsáveis pela gestão da escola e que, no fundo, serviam de intermediários entre União Europeia e Escola.
E, francamente, Agostinho, tu que professas essa religião a que chamas "Democracia", tu que és tão puritano e tão defensor de causas nobres como a Liberdade, o Direito à Diferença e a Tolerância, ofendes descaradamente e apontas o dedo a quem sobre o assunto em questão te mete num chinelo, e com isso renegas em palavras a todo um credo.
Vá, admite que sobre isto não percebes nada!

Anónimo disse...

Zé, sou capaz de não saber tanto como tu porque estás metido na própria instituição, e se calhar até já me devia ter calado porque isto enveredou por caminhos não desejáveis e que nada tem a ver com o post posto no Deleites Pensamentos, mas tenho o buraco bastante largo do chinelo que dá para lá caberes tu também. Digo-te e reafirmo que só se for na tua zona que sejam assim tão transparentes, porque nas que eu conheço é preciso um bom padrinho para poder entrar. Afinal há uma terceira hipótese de não teres saído e aí retiro o que disse sobre seres “muito bom professor” é que pela lei do trabalho que estava em vigor ao fim de três anos passaste a efectivo, o que não acontece na função pública. Essa talvez a razão de nunca teres saído! Não será? Que eu saiba nunca vi nenhum concurso publicitado em diário da república para a colocação de professores. O que chamas a isto?
Ag

Anónimo disse...

Em primeiro lugar, obrigado por reconheceres. Se isto enveredou pelos caminhos que não querias, o problema é teu. Sempre te podes calar. Quanto ao chinelo... é curioso que te sintas ofendido, quando aquilo que tu tens feito não passa de ofensas desmedidas sem conhecimento de causa. Chamas-me "transparente", como quem diz, "burro"; que fui apadrinhado por alguém; que sou mau professor, pois não é por ser bom que me mantenho por aqui, mas sim porque a lei do trabalho que estava em vigor fez com que eu passasse a efectivo (???) - tu não tiveste essa hipótese; finalmente, fui contratado pela porta do cavalo, leia-se, sem qualquer publicação em "Diário da República". O que é que eu chamo a isso, Agostinho: falar do que não sabes, como quem diz, ignorância, estupidez. Passas o tempo a repreender aqueles que escrevem por se meterem na vida dos outros, como aconteceu há dias quando se falou do Sócrates. Tens feito conjecturas sobre mim e a minha colocação nesta escola dizendo coisas completamente estapafúrdias, que eu tenho grande dificuldade por onde é que hei-se começar para desmontar as calúnias que, sem qualquer fundamento ou conhecimento tu tens lançado. Não vim aqui parar porque tenho olhos bonitos, nem porque tenho cunhas. Respondi a um anúncio que vinha num jornal, pois uma escola desta natureza não tem de fazer concurso público porque a escola, repito, a escola (repara que eu repeti) não é pública, não é pública. Agostinho, não é pública. Eu gostava de saber que tipo de avaliação é que tu como professor és sujeito pelo Estado? É que eu não faço daqueles relatórios que são publicadas as classificações em Diário da República e que toda a gente tem suficiente, notas dadas por comissões que estão dentro da própria escola. Sabes, Agostinho, é que eu já dei aulas no oficial, e sobre isso também não recebo lições tuas. Sou sujeito a uma avaliação tipo empresa e entre os elementos que me avaliam estão os próprios alunos. Sabes, Agostinho, em praticamente todos os items tive entre 80 e 90%. Mais uma vez, a qualidade que tenho não é avaliada por ti, nem pelos meus colegas ou pelo Estado. A minha avaliação começa nos meus alunos. E quanto à lei do trabalho, tive 5 anos a recibos verdes, sem qualquer regalia social e a escola a certa altura fez-me um contrato porque eu estava a sair muito caro à escola. Acho que percebes o que isto quer dizer. E o meu contrato nem chega aos calcanares do contrato de um professor contratado no oficial. Nem aos calcanhares!
Não respondo mais.

Anónimo disse...

Zé, estás a dizer que eu disse aquilo que não disse de ti, ou seja, estás a vitimizar-te sem ter qualquer razão para isso. Não te conheço a não ser destas lides e não vou dizer ou falar de alguém que não conheço nem pessoalmente nem profissionalmente.Ficaste ofendido sem eu te ofender e só fica assim quem tem "telhados de vidro".Podes gabar-te à vontade que eu não o faço porque não te conheço.Também podes dizer mal do ensino público e do seu sistema de avaliações e até dos concursos, porque se calhar foram eles que te tiraram fora deste sector.Uma coisa é certa e repito "foste aos arames sem saber andar neles". Ninguém se ofende com tão pouca parra.É pena acabar-mos assim, mas se fores ver o que eu escrevi, nunca disse aquilo que tu escreveste no último comentário.Ag

Anónimo disse...

Bem está interessante!Eu também tinha algumas queixas para fazer aqui, mas não o vou fazer para não cortar este debate.Continuem. Regina

O Micróbio disse...

Pois, Agostinho... pelo que pude presenciar com todo este desenrolar de acontecimentos é que mais uma vez falaste de cor... e saiu-te o tiro pela culatra! Não estou no ensino profissional, mas estou metido até ao pescoço na formação profisional. E essa questão da avaliação dos agentes da formação (coordenadores, formadores, formandos) é algo que se devia repetir... talvez assim se contribuisse vedadeiramente para a qualidade do ensino.

Anónimo disse...

Pois Carlos, o que me parece é que estás a tentar ajudar o amigo Zé. Ele sabe defender-se muito bem e não precisa da tua ajuda. Refere uma passagem que seja que eu estou a falar de cor. Não sei porque dizes isso, já que não tenho nada contra e até sou favor do Ensino Profissional, só disse e repito pelo que sei e tenho algumas testemunhas que até foram lesadas é a colocação de professores no ensino profissional. Mais uma vez digo e repito que devia ser através de concursos bem visíveis e não daqueles que ninguém sabe que houve, e as pessoas deviam se escolhidas através do mérito. Estás a entender? Ag

Anónimo disse...

Ainda volto á carga, com essa da avaliação não ser pelos próprios colegas e a gestão da escola como acontece no ensino público, em contraste com a que acontece no ensino profissional que é feita pelos alunos.Sabes é muito fácil ter os 90 ou 100% se negociares com os alunos. É como as acções de formação que a gente assiste e depois no final dão-nos uma folhinha para fazer avaliação da acção de formação, sabes bem o que acontece!Não vale a pena entrar-mos por pormenores tão pequenos.
Ag

O Micróbio disse...

Já disse o que tinha a dizer... e não retiro nem uma vírgula. Quanto às negociações de que falas com os alunos... tu lá deves saber!

Anónimo disse...

Pois é muito fácil Carlos, saír da discussão sem comprovar as acusões dizendo "que não retiro uma virgula".Também te digo que não fui eu que disse que era avaliado pelos alunos e que conseguia os 90%,portanto as negociações não sou eu que as faço porque não preciso.Eu só respondi à letra nessa das "negociações" e não digas aquilo que eu não disse.Se te metes no assunto tens que saber ouvir e saber muito bem naquilo que te vais meter,porque o estado da "graça" está acabar.Ag.

Anónimo disse...

Ora aqui está um blog interessante!
Tem de tudo... Posts com substância, posts anedóticos (como o do "Tribunal Mundial sobre o Iraque"), Posts reaccionários (como o do Principe e a BBC), enfim... Até tem alguns "pensadores" ,como são apresentados no blog, que nem sabem o que é pensar, tantas são as cretinices que escrevem...(com o tal Carlos Tavares à cabeça...). Na verdade o que dá algum sal a este blog até são os cromos que por aqui andam... De onde é que sai gente como este tal de Zé que além de rato de sacristia com tendencias fascizoides ainda vive obcecado com o seu incomensurável ego... ou este Carlos Tavares, que além de ser outro rato de sacristia é um autentico "must" da chico espertice nacional arvorado em intelectualoide de trazer por casa... !!! Continuem..que eu vou cá vindo de vez em quando para me rir mais um pouco com os vossos delírios cheios de presunção... e Agostinho... não gastes o teu latim com estas aves raras que não vale a pena!...
António Gomes

Anónimo disse...

Olha outro pintado de vermelho.
Já vens tarde, ó Gomes. E como bom fascista que sou, vou-te deixar a falar sozinho.

O Micróbio disse...

"Vamos rir pois. O riso é um castigo; o riso é uma filosofia. Muitas vezes o riso é uma salvação. Na política constitucional o riso é uma opinião."
As Farpas
(Maio de 1871)

DP disse...

Zé e Carlos, as "Farpas" fizeram ricochete e agora aguentem com elas. Quando alguém não concorda com o que dizem chamam-lhes “pintado de vermelho”.Parece-me que o António Gomes fez uma leitura correcta daquilo que vocês disseram.
Ag

Anónimo disse...

António,
Venho por este meio exprimir a minha total discordância relativamente à forma como tu redigiste o teu comentário. Na verdade, como coleccionador de cromos há mais de trinta anos, começo a ficar farto da leveza com que alguns tendem a associar gente de horizontes limitados, adornados de muita presunção e de um discurso redondo e vazio, com os referidos cromos. Deixa-me mesmo dizer-te que tenho a certeza de que qualquer um dos milhões de cromos que coleccionei ao longo destas três décadas teria coisas muito mais inteligentes para dizer do que esses dois senhores (o Carlos Tavares e o Zé)… Tenho dito!
Alípio Dias

Anónimo disse...

Meus amigos,
Não havia qualquer necessidade de misturar o tema aqui em discussão (a educação) com a igreja, até porque são dois conceitos que nada têm de comum… Por outro lado, estou em condições de afirmar, com a segurança de quem já passou por muitas sacristias, que nunca lá vi nenhum rato, muito menos chamado Carlos Tavares ou Zé. Terei visto algumas ratas no confessionário, mas não tive tempo de lhes perguntar o nome. O que eu tenho visto ultimamente, e até com alguma frequência lá na minha sacristia são elefantes cor-de-rosa. Mas o Eduardinho, o meu namo… o meu sacristão já me disse que eu tenho é de parar de beber o vinho da missa fora das celebrações… Seja como for , fica aqui a minha indignação!
Pe. Tobias

Anónimo disse...

Em primeiro lugar, deixem-me dizer que não tenho nada a ver com estas questões da educação. Eu sou um pequeno empresário que se viu forçado a fechar a sua unidade de produção, que ficava ali para os lados de Treblinka. O motivo desta minha intervenção é prestar a minha solidariedade ao Zé, que tem manifestado brilhantemente opiniões de grande frontalidade contra essa desgraça que é a democracia. Certamente, que ele, tal como eu, já entendeu há muito tempo, que essa tal democracia não é mais do que deixar o poder nas mãos dos maricas e dos judeus. Tenho, aliás a certeza de que esse Agostinho será uma dessas duas coisas, ou até mesmo as duas!! Força Zé, continua a defender as tuas posições anti-democráticas que tens todo o meu apoio! Heil!
Lindolfo Hilter

Anónimo disse...

Eu, Zé Bio, só vanho aqui para festejar a fabolosa vitoria de onte do Glurioso contra os berdes de Alvalade. È bom puder cumemorar um vitoria ao fim de tanto tempo. Confeço que já estava a ficar farto de ter de cumemorar as vitorias nos campeonatos do Boabista e do ceporting contra o Porto. Em cegundo lugar, quero diser ao meu amigo Carlos Tavares que não deve ligar aos cumentarios deces tripeiros duma figa. Lá pruque estão abituados a ganhar tudo teiem de continuar a respeitar o Glurioso! Tenho até de dar os parabeins ao Carlos pela sua precisten… presiten…. Pretiscen… porra! Teimosia, prontos… em continuar a diser que o Glurioso é o milhor clube do país, apezar de não ganhar nada á muintos anos! É d’ómem! Forsa Benfica!!!
Zé Bio Ferreira

O Micróbio disse...

Como dizia, sem papas na língua, a açoriana e deputada Natália Correia: "Há por aqui muita gente com complexo de 'picha pequena'"...

gargantua disse...

Ena que granda salganhada qua para aki não vai... então o Micróbio e o Zé engalfanharam-se com todos estes gajos. EH, Pá! Ó Zé e Micróbio não se preocupem que estes são os gajos do costume: "União dos Primatas que baixaram há pouco das árvores, Sindicato dos carteristas e apalpadores do Metro, a Associação das Mulheres Carentes que viraram lésbica a conselho do Fernando Rosas, A Associação Mundial de defensores do cheiro a sovaco, a Frente para a Liberação Gay dos vibradores entalados, Sindicato dos Democratas na Koreia do Norte, Movimento dos Pastores amigos do Louça, Grupo de Trabalho para não fazer nenhum, Clube de Fãs do pinto da Costa e do Garganta Funda, etc.. etc…"

Anónimo disse...

Esquizofrenia!

Anónimo disse...

Carlinhos
lamento que não te ter dado prazer suficiente. Da proxima vez prometo penetrar mais profundamente (no tema, claro!). Devia ter percebido há mais tempo que gostas delas mais longas.. (das dissertações, evidentemente!)
Pica-miolos

Anónimo disse...

Querido Gargantua...
Vejo que tens um currículo muito rico! Certamente serás tu o tal capaz de dar mais prazer ao Carlos... Ao lindo casal desejo muitas felicidades, e na impossibilidade de conceberem um filhhote vosso sempre podem adoptar o Zezinho...
John Holmes

Anónimo disse...

Querido Gargantua...
Vejo que tens um currículo muito rico! Certamente serás tu o tal capaz de dar mais prazer ao Carlos... Ao lindo casal desejo muitas felicidades, e na impossibilidade de conceberem um filhhote vosso sempre podem adoptar o Zezinho...
John Holmes

gargantua disse...

O Pico... perdão, o Pica e a Holmes decididamente fazem parte da Frente para a Liberação Gay dos vibradores entalados...

Anónimo disse...

Queridinha Gargantua
É só para isso que dá a tua imaginação?!!... nem eu te fazia tão limitado... enfim, quem não pode mais a mais não é obrigado. Sê feliz...

Anónimo disse...

Quem terá sido agora?

DP disse...

Vejo que comentou aqui muita gente descontente com a vida.Parece que em casa levam pancada e depois encobertos pelo anonimato descarregam suas energias em qualquer um.Assim não alinho.
Ag

Anónimo disse...

Foi sempre o mesmo. A táctica é reconhecível: quando não tem argumento dispara em ofensas gratuitas e multiplica-se em mil personagens para vender a ideia que não está só no mundo. O seu nome parece estar num dos "posts" mais abaixo.