dezembro 01, 2004

Eleições

Obrigado ao Luis pelo convite.
Sempre que tiver oportunidade aqui virei dar o meu contributo.
Eleições: Dissolvido o parlamento, resta-nos votar. Em democracia é assim e assim será, sem sobressaltos.
A achega que trago, prende-se com o acto de votar. E até de referendar. Estamos em plena época da computorização. O voto e a urna ja cheiram a coisa do passado. Não seria possivel uma base de dados, com o numero de cidadão eleitor, e podermos votar por Multibanco?
Num tempo em que tudo se paga,recebe,consulta,carrega,anula,deposita...e em que grande parte da população tem acesso ao cartão de crédito/débito, não haveria possibilidade de, em liberdade, introduzir o PIN, escolher opções, seleccionar Eleições, consultar boletins, escolher o partido, teclar sim nas convicções e CONFIRMAR?
Fica a sugestão.
...e o saldo de conta para consultar e penalizar quem nos empobrece.

JC

5 comentários:

Montellano disse...

O problema, JC, são as "outras operações"...

Andrea Motta disse...

Muito bom este espaço, parabenizo os autores pela iniciativa. Andréa Motta

Tribunal_Beatas disse...

As Beatas dão os parabéns por esta óptima ideia e desejam boa sorte para o vosso blog! :)

Nilson Barcelli disse...

Claro que sim.
Em Portugal existe know how para implementar sistemas desse tipo ou até mais complexos (menos as listas da colocação de professores..., mas isso tem a ver com a diversidade de critérios, alguns dos quais entram em conflito dado que são contraditórios).
A via verde, por exemplo, foi um projecto desenvolvido cá e está a ser copiado por outros países.
A votação electrónica já existe em muitos países e a possibilidade de votar a partir de casa ou qualquer outro sítio é facílima de dsenvolver.
Um abraço e parabéns pela ideia de formar um grupo em torno de um objectivo já definido.

Anónimo disse...

Que bela ideia.Não faltaria gente a votar e a anular o voto,a votar e a anular,e os pobres politicos numa canseira de levanta,senta,levanta senta na Assembleia.E com tanta andança pelo menos evitávamos-lhes a humilhante figura de dormirem na Assembleia.Yulunga